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Cientista brasileira desenvolve pesquisa que devolve esperança a paraplégicos

 Tatiana Coelho de Sampaio, pesquisadora da UFRJ, é responsável pelo desenvolvimento da polilaminina, proteína derivada da laminina que apresentou resultados promissores na regeneração de lesões medulares.
 Tatiana Coelho de Sampaio, pesquisadora da UFRJ, é responsável pelo desenvolvimento da polilaminina, proteína derivada da laminina que apresentou resultados promissores na regeneração de lesões medulares.

Uma pesquisa conduzida ao longo de 25 anos pela cientista brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vem abrindo novas perspectivas no tratamento de lesões medulares.


Professora e chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular, no Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, Tatiana estuda o papel de uma proteína chamada laminina, componente da matriz extracelular e fundamental para a organização dos tecidos e o desenvolvimento do sistema nervoso.


A partir dessa pesquisa, foi desenvolvido um medicamento experimental chamado polilaminina, produzido a partir de proteínas extraídas da placenta. O composto atua modulando o comportamento das células nervosas e estimulando processos de regeneração neural.


Durante a fase experimental, pacientes com lesão na medula espinhal que receberam a polilaminina apresentaram recuperação parcial ou total de movimentos. Até o momento, ao menos 16 brasileiros conseguiram na Justiça o direito de acesso ao tratamento, e cinco deles voltaram a se mover.


A pesquisa já teve a fase 1 do estudo clínico aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que avalia a segurança do medicamento. Agora, o trabalho aguarda autorização para um estudo clínico regulatório mais amplo, etapa essencial para comprovar eficácia em larga escala.


Nas redes sociais, Tatiana tem sido apontada como um dos grandes nomes da ciência brasileira contemporânea, com menções até a um possível Prêmio Nobel de Medicina. Discreta, a pesquisadora afirma não usar redes sociais e prefere dedicar o tempo à ciência e à vida real.


A descoberta coloca o Brasil no centro de uma possível inovação mundial no tratamento de lesões medulares e reacende a esperança de milhares de pessoas com paraplegia e tetraplegia.


Fonte: UFRJ - Prefeitura Universitária

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